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  • marcelafileti

Não há receita da felicidade, mas dê uma olhada aqui!

Michael W. Fordyce, Psicólogo, escreveu em 1980 os 14 fundamentos para ser mais feliz:


1. Ser mais ativo e manter-se ocupado;

2. Passar mais tempo em atividades sociais;

3. Ser produtivo em um trabalho recompensador;

4. Organizar-se melhor;

5. Deixar de preocupar-se;

6. Diminuir expectativas e as aspirações;

7. Desenvolver um pensamento positivo/otimista;

8. Situar-se no presente;

9. Ter bom autoconhecimento, auto aceitação e autoimagem;

10. Desenvolver uma personalidade sociável;

11. Ser autêntico;

12. Eliminar as tensões negativas;

13. Dar importância às relações íntimas;

14. Valorizar e comprometer-se com a felicidade.


Você já experimentou algum desses comportamentos? Muitas vezes não temos "vontade" de nos engajar em novos contatos ou atividades, mas os sentimentos de alegria e satisfação são CONSEQUÊNCIAS de nossas ações. Portanto, não tem sentido esperar que se sinta melhor para fazer algo que anteriormente te trazia prazer, e sim ao contrário.


Veja um exemplo: você está em casa entristecido e um amigo aparece pra convida-lo a conhecer sua nova casa. E você, pra não chateá-lo, decide ir. Quando chega ali, em contato com sua empolgação sobre a conquista, eventualmente você acaba se sentido melhor, pois passam um tempo compartilhando ideias e, quem sabe lembrando de momentos engraçados de épocas anteriores. O tempo passa e sua sensação de tristeza diminui consideravelmente.


Isso acontece a todo momento em nosso dia. A depender das situações que enfrentamos, nossos estados emocionais mudam e isso é normal.


Não quero de modo algum minimizar os casos de depressão ou quaisquer desordens mais graves, as quais têm desdobramentos históricos e alterações bioquímicas. Mas atitudes simples como escrever pra um amigo pode sim ajudar a tratar casos graves de transtornos de humor. Em terapia, as metas de comportamento são cuidadosamente calculadas alinhando-as às análises mais complexas dos eventos iniciadores e mantenedores do quadro. Ou seja, entender o que está por traz da depressão é importante mas engajar-se em novos contextos e tarefas faz parte da recuperação.



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